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Sinopse

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A minha opinião:

Depois de ter lido opiniões tão favoráveis a este livro, tinha muita curiosidade em confirmar por mim se o seu conteúdo era mesmo motivo de tanto alarido. Não contava fazer esta leitura agora, derivado a estar a dedicar este mês a leituras sobre o Holocausto e II Guerra Mundial, mas depois constatei que o livro até se enquadrava no desafio e não perdi mais tempo no adiamento da sua leitura.

 

O livro além de ter um título altamente improvável, também é escrito de forma muito peculiar, em forma de romance epistolar (contado sob a forma de cartas), conhecemos a Juliet, uma escritora que lançou um livro, sob um pseudónimo que fora um sucesso enquanto a decorria a guerra, já no pós-2.ª Guerra Mundial, Juliet anda sem inspiração para um novo livro.

 

É nesta altura de bloqueio que recebe uma carta de Dawsey Adams, um dos habitantes de Guernsey, que leu um livro pertencente a Juliet onde encontrou a sua morada. É assim que Juliet fica a conhecer a Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata e o seu interesse é tão apaixonado que começa assim uma longa troca de cartas com os outros membros da sociedade.

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Guernsey, um autêntico cartão postal, mas que durante a II Guerra Mundial, também não escapou aos domínios dos nazis e a pacatez dos habitantes desta ilha levou um rumo nunca antes sentido. Para poderem escapar um pouco da pressão dos nazis, certa noite determinados habitantes juntaram-se para saciar a fome que também se abateu sobre eles, mas a coisa não correu lá muito bem e numa situação crítica inventaram uma Sociedade Literária, para poderem escapar. E é assim que uma mentira encontrada à pressa, tornou-se um escape da guerra para aqueles moradores.

 

Só não dei a nota máxima, porque achei o final concluído um bocado de forma abrupto, mas em suma, fiquei bastante satisfeita, porque ao longo do livro, realmente confirmei que este romance é sem dúvida um relato comovente sobre o poder da amizade, através dos livros e do amor. Aprovo a 100% que este livro esteja na lista do Plano Nacional de Leitura, uma leitura recomendada para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura.

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Mary Ann Shaffer nasceu a 13 de Dezembro de 1934, Virgínia, EUA. Trabalhou como editora, bibliotecária e em livrarias. O seu sonho de toda a vida era um dia escrever seu próprio livro e publicá-lo. Enquanto escrevia este livro, infelizmente, ficou muito doente com

cancro e por isso pediu à sua sobrinha, Annie Barrows, para ajudá-la a terminar o livro. Mary Ann Shaffer morreu em Fevereiro de 2008, alguns meses antes do seu primeiro romance ter sido publicado.

Annie Barrows nasceu em 1962 em San Diego, Califórnia. Actualmente mora no norte da Califórnia com seu marido e duas filhas.

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publicado às 22:52

Sinopse:

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A minha opinião:

Joseph Joffo vivia com os pais e o irmão Maurice nos arredores de Paris, os outros dois irmãos e uma irmã, mais velhos, já tinha partido para dar rumo às suas vidas.

Em 1941 Joseph tinha 10 anos e Maurice 12 quando tiveram de deixar de se crianças e enfrentar como gente grande as atrocidades dos adultos.

 

"Volto-me. O Maurice está imóvel sobre o quebra-luz do candeeiro. A palma da mão alisa na aba esquerda do casaco a estrela amarela cosida com grandes pontos: 
JUDEU 
O Maurice olha para mim. 
- Não chores que também vais receber uma medalha.
...
-Ola! 
Olha-me, fita o meu peito e fica de olhos arregalados. Eu engulo o cuspo. 
O silêncio é comprido quando se é pequeno. 
- Safa - murmura ele. - Tens uma sorte danada, ficas porreiro com isso. 
Maurice e eu rimo-nos, sinto um enorme alívio. Entramos os três no pátio.
O Zérati não se cala. 
- Caramba - diz. - Isso até parece uma condecoração. Vocês têm uma sorte bestial. Sinto vontade de lhe dizer que nada fiz para a merecer, mas a reação dele acalma-me, no fundo tem razão, é como se fosse uma grande medalha, não brilha mas dá nas vistas. "

 

Este livro demonstra bem o estado da época em que se vivia e a inocência destas crianças perante a situação. Qual é o pai ou a mãe que tem a coragem de enviar os seus dois filhos menores sozinhos em busca de refúgio nos irmãos mais velhos? Hoje em dia essa hipótese só se põe no mais infinito desespero humano. Mas foi mesmo essa a única alternativa que os pais de Joseph e Maurice encontraram perante o desenvolvimento dos acontecimentos. Nem quero imaginar quanta dor esta decisão causou nos corações destes pais.

 

"- Pronto - disse o pai -, são horas. No bolso das mochilas, o que tem o fecho de correr, está o dinheiro e um papelinho com a morada exacta do Henri e do Albert. Vou dar-lhes dois bilhetes para o comboio, digam adeus à mamã e vão-se embora.
Ela ajudou-nos a enfiar as mangas do sobretudo e pôr-nos o cachecol. Puxou-nos as peúgas. Sorria sem parar e chorava sem parar, senti a cara dela molhado na minha testa, e a boca também, húmida e salgada. 
O meu pai pô-la de pé e soltou o riso mais falso que eu já ouvi até hoje. 
- Caramba -  exclamou ele -, até parece que eles se vão embora para sempre e que se trata de recém-nascidos! Vamos, ponham-se a andar, até breve, meninos. 
Um beijo rápido e as suas mãos empurraram-nos para a escada, a mochila pesava-me no braço e o Maurice abriu a porta que dava para a noite. 
Quanto aos meus pais, tinham ficado lá no alto. Soube mais tarde, quando tudo estava acabado, que o meu pai ficara a baloiçar suavemente, de olhos fechados, embalando uma dor imemorial.
Na noite sem luz, nas ruas desertas onde dentro em pouco iria soar a hora de recolher obrigatório, nós desaparecemos nas trevas. 
Lá se ia a infância."

 

Ao chegar a meio do caminho, em pleno dia era notório a realidade em que várias povoações se encontravam.

 

"A rua central sob um pouco. Mal pavimentada, faz soar as nossas solas e assim chegamos a uma fonte debaixo de um pórtico. Não há vivalma nas ruas, só um ou outro cão que aparece e desaparece numa ruela depois de nos ter cheiro das tíbias. Cheira a vaca e a lenha queimada, o ar é vivo e parece não encontrar obstáculos até chegar com violência ao fundo dos brônquios.

Duas mercearias fazem frente uma outra à outra no que deve ser a rua principal e ambas estão fechadas.

- Chiça – resmunga o Maurice -, parece que morreu toda a gente aqui.

Aquele silêncio também começa impressionar-me. Depois do barulho do comboio, da confusão da partida, da chegada, quase que nos sentimos privados de um sentido, como se tivessem enviado duas grandes bolas de algodão nos ouvidos."

 

São notórios os perigos que esta dupla vai enfrentando, mas é delirante a maneira como estes dois pequenos seres os vão contornando.
Neste período (sobre) vivia quem tinha algum dinheiro e logo se aperceberam de que tinham de arregaçar as mangas e pôr a cabeça a funcionar, para conseguir algum dinheiro. 
A inocência infantil, nunca desaparece, talvez para nos rir-mos lembrando de que estamos a seguir o “rasto” de duas crianças sozinhas pelos caminhos e inundados de famílias à procura de um refúgio.

 

"O cão olha-me, de focinho em cima das patas e com a língua caída. Tem um ar de cão parisiense, daqueles que se encontram ao pé dos candeeiros entre a Rue Simard e a Rue Eugène-Sue. Talvez seja também um refugiado, passou a linha como nós, se calhar é um cão judeu.”

 

O que é certo, é que eles acabam por chegar à casa dos irmãos e os meses que por lá ficam são de grandes aventuras e de atitudes de gente grande. Mas, a guerra alastra-se por toda a França e mais uma vez sofrem um duro golpe, quando os pais são presos.

Durante algum tempo voltam a ser uma família toda reunida, uma altura em que Joseph e Maurice poderem voltar a ser crianças, mas quando se retira a inocência de uma criança, dificilmente esse sentimento volta a prosperar.

Mas a guerra não estava assim tão longe e nem tão perto do fim, mais uma vez Maurice e Joseph, foram obrigados a se separar da família e voltar a pôr as mochilas às costas. Fugindo para um campo chamado Nova Colheita. Vai ser aqui que eles sofrerão os piores pesadelos e as maiores dificuldades, a guerra já estava no auge e muitos já tinham sido deportados, gaseados, morrido e muitos outros na iminência de sucumbirem às mãos do regime nazi.

Aqui que pelos olhos inocente destas crianças deparamo-nos com cenas que se repetiram milhares de vezes mas sempre que as lemos, caem-nos tudo ao chão.

 

"Eu era novo, muito novinho, mas creio que, mesmo mais novo que fosse, teria compreendido que aqueles dois velhos se olhavam como pessoas que viveram juntas toda a vida e que sabem que as vão separar e que terão de fazer sozinhas, cada uma por seu lado, o resto do caminho que ainda têm de percorrer."

 

Também aqui é notório o perfeccionismo dos nazis, não descansavam até passar a pente fino qualquer caso que merecesse a sua atenção.

 

"O nosso processo estava aberto em cima da secretária, havia papéis em maior abundância e cartas.

Por conseguinte, não haviam posto o assunto de parte e eu fiquei para morrer. Eles tinha de se haver com uma guerra mundial, recuavam perante os russos e os americanos, batiam-se nos quatro cantos do planeta, e ainda gastavam homens e tempo para saber se dois miúdos eram judeus ou não, e isto há mais de três semanas!"

 

Nota: Não pensam que nesta minha opinião vos revelei o livro todo, nem por sombras, simplesmente decidi dar um pouco mais de destaque a este livro porque como não é nenhuma novidade, nem fácil de encontrar (eu própria o li emprestado e não conhecia), pretendo assim aguçar a vossa curiosidade o suficiente para que vocês um dia consigam encontrar e ler este belíssimo relato de duas crianças de 10 e 12 anos pelos caminhos da guerra. Não é uma narrativa, no meio de tantas, de quem conseguiu ganhar e sobreviver à guerra, mas que ficou para sempre com a infância perdida.

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Joseph Joffo, filho de cabeleireiros, nasceu em Paris em 1931, vive actualmente em Paris, tem três filhos e deu continuidade há profissão do pai e irmãos. Passou a sua infância num dos bairros populares de Paris, passava o tempo a jogar ao berlinde e sempre em brincadeiras com o irmão. Aquando o rebentamento da Segunda Guerra Mundial, os membros da família Joffo decidiu dispersar-se para evitar a captura e deportação, junto com seu irmão Maurice, ele é enviado para o sul da França, então ocupada pelos italianos.

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publicado às 20:09

Desabafo... #1

por Tânia Tanocas, em 30.01.17

1105783.jpgO 45º Presidente dos EUA, dicidiu barrar a entrada nos EUA aos cidadãos do Iraque, Iêmen, Irão, Síria, Líbia, Somália e Sudão.

"Tem como objectivo" manter terroristas islâmicos fora dos Estados Unidos", diz o "Senhor" Presidente.

Ok, até aqui tudo bem (mal!!!)...

Mas se a intenção é essa, será que países como, Arábia Saudita, Egipto, Turquia, Jordânia, Marrocos, Tunísia, Paquistão, Maldivas, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Cisjordânia, Argélia, etc, não deveriam constar também dessa lista?!

Será que o "Senhor" Presidente quer proteger os cidadãos americanos, ou continuar a lutar pelos seus interesses pessoais?!

Enfim... Não percam esta "comédia", porque eu também não... 

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publicado às 18:31

Sinopse:

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 A minha opinião:

Relato de um homossexual que sobreviveu às mãos dos nazis. Tal como tenho referido não foram só os judeus que sofreram na pele o racismo.

Rudolf Brazda abre as portas da sua vida, para relatar o seu passado, como foi preso (duas vezes antes de ser deportado), humilhado e enviado para o campo de concentração de Buchenwald a 8 de Agosto de 1942.

Por mais despercebido que passassem, as denúncias e o “faro” das SS quase não deram descanso a Rudolf, tiveram um parágrafo (nº 175) exclusivamente para designar as suas práticas, consideradas pecaminosas.

 

Os homossexuais ainda tiveram uma altura que respiraram de alívio, quando os nazis chegam ao poder em 1933, o SA Ernest Rohm (homossexual assumido), deu-lhes alguma esperança de ficarem de fora do olhar de Hitler, mas depois tudo mudou a seguir á Noite das Facas Longas a 30 de Junho 1934.

Mas voltariam a ser humilhados quando a 18 de Fevereiro de 1937 o SS Himmler declara que: “...se continuarmos assim, o nosso povo corre o risco de ser aniquilado por essa praga, os homossexuais são considerados indivíduos não reprodutores e assim não podem assegurar a perenidade da raça", também a masturbação entre os homossexuais era considerada perniciosa pelo regime nazi. Com este discurso de Himmler, os homossexuais deixam de responder por crimes morais e inicia-se uma autêntica caça aos homossexuais, tal como a outras minorias e aos judeus.

 

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A inevitável deportação de Rudolf deu-se a 8 de Agosto de 1942, o campo de concentração de Buchenwald, fica no topo de uma colina de Ettersberg, o campo não era visível por quem olhasse de baixo, o nome significa “floresta de Faia”, tudo para dissimular a brutalidade do local, para se chegar ao campo só havia uma estrada através da densa floresta. Ao redor do campo havia pequenas casas para acolher os SS e as suas famílias, e até um zoo particular, todas estas instalações se espalhavam por 200 hectares.

 

“”Prenda o fôlego!”, diz o SS, antes de afundar a cabeça de Rudolf no líquido e mantê-la submersa. Rudolf se debate e engole o desinfectante. Quando, enfim, o SS deixa de fazer pressão, Rudolf consegue sair penosamente da cuba. Ele fica com uma náusea extrema e vomita, sob as risadas dos senhores do lugar que assistem à cena.

Começa o lento processo de desumanização.”

 

Os presos homossexuais não ficavam todos juntos nos mesmos barracões eram dispersos por todo o campo, acima do seu número e à altura do coração, todos os presos tinham de colocar um pequeno triângulo invertido feito de tecido colorido, o vermelho para presos políticos, o preto para os “antissociais”, o verde para os “criminosos profissionais”, para Rudolf a sua estrela era a rosa, para estigmatizar a homossexualidade.

 

Também os homossexuais eram uns dos alvos preferido para as frequentes experiências feitas por médicos nazistas nos campos de concentração, no final de 1944, o clínico geral Carl Vaerner acreditava ser possível fazer a “inversão da polaridade sexual” em homossexuais. Na virilha de alguns, foram implantadas glândulas artificiais. Os triângulos rosas eram as cobaias preferidas para estes testes.

 

Apesar de todos estes dissabores na sua vida, é gratificante ler quando Rodolf aos 98 anos diz que, “Se Deus existe, ele foi particularmente bom comigo, porque tive uma vida feliz e plena. E, se eu tivesse de refazer tudo, não mudaria nada, nem mesmo a minha passagem por Buchenwald!”

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Rudolf Brazda, nasceu a 26 de Junho de 1913 e morreu a 3 de Agosto de 2011, era o último sobrevivente conhecido da deportação por motivos de homossexualidade. Fazendo seguimento às duas condenações por infracção ao parágrafo 175 do antigo código penal alemão, foi preso quase três anos no campo de concentração de Buchenwald. Imediatamente após a sua libertação, instalou-se em França onde vivia desde maio de 1945.

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publicado às 23:38

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A 27 de Janeiro de 1945, as tropas Soviéticas entram no campo de concentração de Auschwitz – Birkenau, um dia que deveria ser de alegria e comemoração, mas que logo há chegada se confirmou ser um dia de horror, ao constatarem as atrocidades que os seus olhos viam naquelas pessoas que tentavam não perder o seu último suspiro de vida.

 

Faz hoje precisamente 72 anos. Parece um passado muito longínquo, mas o que estas pessoas passaram jamais deveriam ter sentido, quanto mais ser esquecido, resta a nós gerações actuais e as futuras, para sempre serem relembradas todas as desumanidades vividas no Holocausto.

 

Assim, a 1 de Dezembro de 2005, numa das Assembleias Geral das Nações Unidas, foi decretado o dia 27 de Janeiro, como Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, para que o mundo e os povos possam homenagear e recordar os mais de onze milhões de pessoas, vítimas das crueldades do regime Nazi.

 

Quando falo, escrevo, leio, penso e reflicto sobre o Holocausto, não me cinjo só aos Judeus (6 a 7 milhões), mas igualmente de outros povos, raças e credos que também sofreram, como foi o caso dos Eslavos e Poloneses (não judeus - 3,5 a 6 milhões), Ciganos (220 mil a 1,5 milhão), Dissidentes políticos e religiosos: 1 a 1,5 milhão, Deficientes físicos e mentais (200 a 800 mil), Testemunhas de Jeová (1,5 a 5 mil), Homossexuais (5 a 25 mil).

 

Este mês, com o projecto #hol72, tenho tentado não esquecer e sentir minimamente a dor (como se isso alguma vez fosse capaz) de todos aqueles que quiseram transcrever para o papel as suas memórias e a realidade vivida naqueles anos, realidade essa que muita gente quer escamotear e até, de uma maneira ou de outra, trazer para a realidade dos nossos dias (talvez não com a mesma dimensão, mas por mínima que seja a intenção, já é o suficiente para nos colocar em alerta).

 

Gostava, que todos nós perdesse-mos uns minutos para pensar e até porque não, explicar aos membros mais novos o que foi o Holocausto, Shoah, Genocídio.

Gostei muito deste artigo do jornal DN, porque não irem lá espreitar e ficarem mais consciencializados com o facto, quer seja para se informarem mais ou para divulgarem.

http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/convidados/interior/recordar-o-holocausto-5631096.html

 

Termino deixando aqui um vídeo de Auschwitz (actualmente), hoje em dia transformado em museu. Muito se perdeu em termos de factos históricos, mas acho que dá para terem uma (mínima) ideia de como era sobreviver nestes campos, com fome, doenças, frio... 

 

Já estou a fazer este post um pouco fora do contexto (de horas), mas não queria deixar de assinalar este dia, pois nunca, jamais, estará fora da minha lembrança e pensamento...

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publicado às 23:56

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