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Carnaval no campo...

por Tânia Tanocas, em 27.02.17

Por vezes acho que não sou muito normal... Não me entusiasma, nem acho grande piada aquilo que agita a maioria das pessoas. E o carnaval não é excepção. 

 

Acho que este sentimento, desencadeou-se quando eu era mais nova e estava com os meus pais e irmão a ver um desfile de carnaval das escolas primárias, estava a correr bem, estava a gostar de ver a miudagem toda alegre e a brincar, quando a determinado momento fomos "bombardeados" com ovos podres, nem foi o cheiro nauseabundo que me afectou, mas a forma maldosa com que aqueles jovens fizeram e continuavam a fazer aquilo, sempre enfatizando o gesto deles com a já célebre frase - "É carnaval e ninguém leva a mal!" 

 

Pois bem, eu levei muito a mal e a minha fraca relação com o carnaval, teve nesse momento o fim definitivo. 

 

Agora se não se importam, enquanto durar esta data vou até ao campo acompanhar o Joel Neto, até porque é carnaval e ninguém leva a mal... 

 

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publicado às 21:46

Por breves momentos, fiquei desiludida com a escolha do melhor filme, mas felizmente tudo não passou de um "belo" lapso. 

Deixo aqui (para mais tarde recordar) todos os vencedores, vencidos e os meus favoritos. 

 

MELHOR FILME

Moonlight, Barry Jenkins (Vencedor)

Vedações, Denzel Washington (Favorito, mas fiquei contente com o vencedor)

 

MELHOR REALIZAÇÃO

Damien Chazelle, La La Land - Melodia de Amor (Vencedor)

Mel Gibson, O Herói de Hacksaw Ridge (Favorito)

 

MELHOR ACTOR

Casey Affleck, Manchester by the Sea (Vencedor)

Denzel Washington, Vedações (Favorito, mas fiquei contente com o vencedor)

 

MELHOR ACTRIZ

Emma Stone, La La Land - Melodia de Amor (Vencedora)

Isabelle Huppert, Ela (Favorita)

 

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO

Mahershala Ali, Moonlight (Vencedor)

Jeff Bridges, Hell or High Water - Custe o Que Custar! (Favorito)

Michael Shannon, Animais Noturnos (Favorito)

 

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA

Viola Davis, Vedações (Vencedora e Favorita)

 

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

Zootrópolis (Vencedor e Favorito)

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

O Vendedor, Irão (Vencedor)

Toni Erdmann, Alemanha (Favorito)

Under sandet, Dinamarca (Favorito)

 

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL

Manchester by the Sea (Vencedor)

Hell or High Water - Custe o Que Custar! (Favorito)

 

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO

Moonlight (Vencedor)

Vedações (Favorito)

 

MELHOR BANDA SONORA

La La Land - Melodia de Amor, Justin Hurwitz (Vencedor)

Moonlight, Nicholas Britell (Favorito)

 

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

La La Land - Melodia de Amor"City of Stars"

 

MELHOR DOCUMENTÁRIO (LONGA-METRAGEM

O.J.: Made in America, Ezra Edelman (Vencedor)

13th, Ava DuVernay (Favorito)

 

MELHOR FOTOGRAFIA

La La Land - Melodia de AmorLinus Sandgren (Vencedor)

 

MELHOR CARACTERIZAÇÃO

Esquadrão Suicida (Vencedor)

 

MELHOR GUARDA-ROUPA

Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los (Vencedor)

 

MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA

La La Land - Melodia de Amor (Vencedor)

 

MELHOR MONTAGEM

O Herói de Hacksaw Ridge (Vencedor)

 

MELHORES EFEITOS VISUAIS

O Livro da Selva (Vencedor)

 

MELHORES EFEITOS SONOROS

O Primeiro Encontro (Vencedor)

 

MELHOR MISTURA DE SOM

O Herói de Hacksaw Ridge (Vencedor)

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

Piper Alan Barillaro (Vencedor e Favorito)

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DE IMAGEM REAL

Mindenki Kristof Deák e Anna Udvardy (Vencedor)

 

MELHOR DOCUMENTÁRIO (CURTA-METRAGEM)

The White Helmets, Orlando von Einsiedel (Vencedor e Favorito)

 

E vocês, ficaram satisfeitos com esta 89.ª cerimônia de entrega dos Academy Awards? 

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publicado às 06:24

Óscares 2017... Parte II

por Tânia Tanocas, em 26.02.17

Óscares 2017... Parte I

Óscares 2017... Parte II

 

Melhor Filme

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8 nomeações: Melhores Efeitos Sonoros / Melhor Mistura de Som / Melhor Filme / Melhor Realização / Melhor Argumento Adaptado / Melhor Direcção Artística / Melhor Fotografia / Melhor Montagem

Opinião:

Não estava à espera de gostar tanto do roteiro deste filme como gostei, sem dúvida que a comunicação, quer seja oral, escrita ou gestual, sempre foi e será um meio linguístico que se não for compreendido pode fazer com que os povos desencadeiam lutas e guerras por falta de entendimento entre eles. 
E neste universo ancestral, eu acredito que somos uma espécie que ainda tem muito que aprender e quem sabe ensinar. 
Há pessoas que quando vê um filme, a primeira coisa que salta há vista é se tem uma boa fotografia, luz, como é o guarda-roupa, a mim é a banda sonora, desde o primeiro momento que começa o filme coloco em funcionamento a minha audição e sem querer acabo por de alguma maneira relacionar a música com o filme, e este filme estava a correr tão bem, até ao momento em que começo a ouvir "The Swimmer” de Max Richter, um tema integrado no filme "Disconnect" de Henry Alex Rubin, lançado em 2012, e que adorei tanto que, acreditam ou não, depois já não consegui estar tão concentrada no desenrolar deste filme e tudo o que senti até aí, foi por água abaixo, só me conseguia lembrar das imagens referentes ao outro filme. Imaginem haver um ataque de extraterrestres e colocarem a música do filme "o tubarão" de Steve Spielberg! Ficava bem esquisito, não acham? Pois foi isso mesmo o que se passou comigo, fiquei tão irritada. 

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6 nomeações: Melhor Realização / Melhor Filme / Melhor Ator / Melhor Atriz Secundária / Melhor Argumento Original / Melhor Ator Secundário

Opinião:

Confesso que depois da desilusão de Moonlight esta foi a segunda desilusão destes óscares. 
Um tio que a determinado momento na sua vida tem um desaire que o vai mudar para sempre, tornando-o uma pessoa seca e amargurada consigo próprio e com os outros. Um sobrinho que perde o pai e se revolta com tudo e todos. Ambos com os seus sentimentos vão ser postos à prova e mesmo que não queiram vão ter de se ajudar mutuamente para conseguir recuperar (ambos) o sentido da vida. 
Pois bem, era assim que eu imaginava o desenrolar deste filme, por isso esqueçam tudo o que escrevi antes, pois não é nada disto. 
Gostei da prestação de Casey Affleck , mas (só) a postura fria, sem alma e impactante não me conseguiu convencer o suficiente para adorar este filme.

Um filme longo (2h) e pela primeira vez (recentemente) senti-me entediada enquanto assistia.

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6 nomeações: Melhor Mistura de Som / Melhor Filme / Melhores Efeitos Sonoros / Melhor Realização / Melhor Actor / Melhor Montagem

Opinião:

Já referi que adoro filmes que refiram a II Guerra Mundial e quando a isso junta-se o facto de ser inspirado em factos reais ainda melhor, não é à toa que o meu filme de guerra favorito é o "resgate do soldado Ryan" e este ficou também no mesmo patamar. 

Uma excelente produção, para contar a história de um homem que acredita (contra tudo e contra todos) nas suas convicções, fazer parte de uma guerra, mas sem utilizar nenhuma arma para se defender.
O mundo seria um local bem melhor se todos aqueles que empunham armas (quer sejam em guerras ou no dia a dia) tivessem uma consciência mais apurada.

 

Melhor Ator Secundário

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1 nomeação: Melhor Actor Secundário

Opinião:

Como é que o filme "O primeiro encontro" está nomeado para melhor filme e este filme só conta com a nomeação de actor secundário? Enfim, são estas escolhas que não consigo entender.

Adorei este filme, uma reflexão das escolhas que fazemos nas nossas vidas, a importância que damos a determinadas coisas em proveito de outras. Susan Morrow, vai descobrir o valor das suas escolhas, através de um livro escrito pelo ex marido.  

 

Melhor Filme Estrangeiro

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1 nomeação: Melhor Filme Estrangeiro

Opinião:

A vida deste casal altera subitamente, quando são obrigados a mudam de residência. 
A acção passasse em Teerão, um país devastado pela guerra que aos poucos tenta renascer. É sempre interessante ver os costumes e ideais dos outros países, principalmente os do Médio Oriente, e aqui não é excepção, basicamente uma cultura em que a mulher é constantemente renegada para segundo plano, é interessante ver que alguma da nova geração já vai tendo uma mente mais aberta, mas ainda têm muito trabalho pela frente.

Apesar de ter gostado desta produção, "A Separação", continua a ser o meu filme favorito do realizador Asghar Farhadi.

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1 nomeação: Melhor Filme Estrangeiro

Opinião:

Este filme ficou no mesmo patamar que "Toni Erdmann", duas obras difíceis de escolher para levar o Óscar, espero que seja um destes dois o escolhido. 

Apesar de adorar todo o filme que aborde o tema II guerra mundial, esta foi uma escolha de última hora, não era para o ver, porque achei que era um filme para "limpar" a imagem dos alemães no final da II GM. 
Apesar de não ser adepta de vinganças, confesso que fico um pouco intransigente quando o catalisador tem por base o holocausto. 
Este filme conseguiu transmitir aquilo que eu faria se tivesse no lugar deste coronel, as feridas ainda estavam muito à flor da pele e só se pensava em vingança, mas acredito que por mais que se queira ser igual, existe sempre um pingo de decência que virá ao de cima e nos faça pensar de maneira diferente. 
O filme acaba por ser uma lição de vida para quem procura a vingança, sem descurar o ódio, raiva, compaixão. O filme transmite um realismo tão duro que ficou gravado na minha memória.

 

Melhor Animação

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2 nomeações: Melhores Efeitos Visuais / Melhor Filme de Animação

Opinião:

 

Sendo este filme uma animação, não pude deixar de pensar em como é que ficariam algumas crianças depois de o ver, será que só eu em criança é que ficaria com pesadelos ao ver algumas cenas? 
Kubo, um rapazinho de tenra idade, só com um olho vai ter de enfrentar duas tias bruxas e um avô possuído por um demónio que lhe roubou a alma. 
Adoro animações, acho que assim continuo a alimentar a criança que à dentro de mim, e quando assisto a este tipo de filmes, gosto de perceber qual será a mensagem recebida pelas nossas crianças. Por isso é que para mim, foi um filme interessante, mas muito fantasioso para uma animação em que as lições a retirar vão muito além daquilo em que a nossa cultura acredita ou realiza.

 

Melhor Documentário (Longa Metragem)

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1 nomeação: Melhor Documentário (Longa-Metragem)

Opinião:

"Quando questionam como o povo negro aguentou a escravatura durante séculos, respondo, da mesma maneira que continua a ser escravizada hoje em dia e ninguém faz nada". 
Este documentário reporta a relação se superioridade que sempre existiu e irá existir entre brancos e pretos.
Muito bom para quem quiser conhecer um pouco da história dos EUA e de como a raça negra ainda continua a ser escravizada em função da lei e ordem.

 

Melhor Documentário (Curta-Metragem)

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1 nomeação: Melhor Documentário (Curta-Metragem)

Opinião:

Após 5 anos de guerra, mais de 400 mil sírios foram mortos e milhões deixaram o seu lar. 
Em áreas não controladas pelo regime aqueles que permanecem dependem de um grupo de voluntários dedicados a salvar todos os necessitados: Os Capacetes Brancos. 
Khalid Farah - pedreiro, Abu Omar - ferreiro, Muhammed Farah - alfaiate 
São estes os nomes dos nossos guias neste documentário, são estes homens que vão explicar como integraram esta equipa e porque não partem como tantos outros, sujeitando perder a sua vida, para ajudar o próximo. 
"Sem esperança, de que vale a Vida?"
Para estes sírios, não é fácil compreender, porque é que têm de lidar com dois males a medir forças ao mesmo tempo, o da terra que é o estado islâmico e o do ar que são os bombardeiros russos, que na ânsia de combater o mal terrestre dizimam tudo à sua volta, incluindo pessoas inocentes. 
"Salvar uma vida é salvar toda a humanidade", é este o lema desta corporação humanitária. 
Desde 2013, mais de 130 capacetes brancos foram mortos. Durante o mesmo período eles salvaram mais de 58 mil vidas. 
O documentário é curto, mas o suficiente para se ter uma ideia do que estas pessoas passam todos os dias, enquanto estamos no conforto das nossas vidas, muitas das vezes a fazer lamentações e brigas completamente sem sentido.

 

Já não vou a tempo de "opinar" antes dos óscares, mas ganhando ou não, tenho intenção de ver:

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Aguentem os corações, já falta pouco para saber quem são os vencedores e vencidos  ^_^

 

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publicado às 23:56

"O Livro do Hygge" de Meik Wiking - Opinião

por Tânia Tanocas, em 23.02.17

Sinopse:

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A minha opinião:

A Dinamarca foi eleito em 2016 e já por várias vezes o país com a população mais feliz do mundo, este livro quer nos demonstrar como é que este povo, (que vive desprivilegiado pela meteorologia, com Invernos rigorosos e pouca luz solar) consegue ser o mais feliz.

 

Uma amiga (do coração) enviou-me uma sms com o seguinte: "Tânia tens de ler este livro porque acho que temos uma costela dinamarquesa!". E foi assim que este livro veio parar às minhas mãos, até porque sai (e muito) do meu género de leituras, ela sabe disso, temos gostos literários diferentes, mas é por isso mesmo que adoro "discutir" com ela determinados assuntos, acho que ela consegue ver as coisas de maneira diferente da minha e isso é que é interessante neste mundo dos livros.

 

Logo no dia que recebi o livro comecei a ler as primeiras páginas (só para ter uma noção do que se tratava, pois não contava fazer já a leitura) e quando me apercebi já tinha lido 105 páginas, o livro tem textos curtos acompanhado com algumas fotografias, por isso é fácil passar página à página num ápice.

O conceito Hygge dos dinamarqueses é basicamente o que designamos por "cool", o que está na moda (não em termos literal da palavra, mas de actos praticados), etc. É uma palavra que não tem tradução, tal como a nossa palavra "saudade". O autor vai explicar como é que os dinamarqueses colocam o Hygge em prática o que no entender deles dizem ser a fórmula para o povo Dinamarquês ser o mais feliz.

 

Aspectos Positivos:

Gosto de conhecer culturas diferentes e adorei conhecer a dinamarquesa, não sei se aguentava viver lá, sou bastante friorenta e adoro o "nosso" sol. 

 

Adorei e revi-me completamente na prática do Hygge numa pessoa introvertida (como eu sou), este exercício é uma maneira de confraternizar sem ficar esgotado, pois as pessoas introvertidas buscam a energia dentro de si e os extrovertidos retiram energia dos estímulos externos.   

 

Gostei de saber que os dinamarqueses quando saem dos trabalhos, não ficam "a fazer tempo" na tasca ao lado só para não irem para casa ;), dão muito valor à família, prezam os "pequenos" grandes prazeres da vida e são adeptos de uma máxima que eu adoro: "pouco, mas bom e sempre com algum significado". 

 

Descobri que sou Feliz, graças à prática de alguns dos conceitos Hygge, isto é, muito daquilo que é e faço no meu dia a dia são Hygge praticados pelos dinamarqueses para serem considerados o povo mais feliz, fiquei contente, pois sem saber tenho andado a fazer o caminho certo para continuar a ser feliz ;)

 

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O meu cantinho Hyggekrog 

 

Aspectos Negativos:

Estamos a falar de um país que a nível de apoios estaduais nem se compara ao nosso, sendo assim como é que podemos ser "felizes" quando andamos no limbo da incerteza quanto aos nossos postos de trabalho, quando existem desempregados sem (muita) esperança ou oportunidade no futuro, quando temos de nos "matar" a trabalhar para chegar ao fim do mês com 600€ (já estou a ser amiga), quando esse mesmo trabalho nos pede para fazer horas extras (muitas das vezes não remuneradas) essenciais para poder estar com a nossa família. É caso para se dizer, "é tudo muito bonito mas só para quem pode, não para quem quer".

 

Para quem não sabe, está quase a fazer um ano em que decidi alterar (drasticamente) a minha alimentação (em breve faço um post só referente ao assunto) e esta foi outra questão que me fez muita confusão e fiquei espantada, então um povo que privilegia a natureza acham Hygge ter peles de animais (renas) e têm uma alimentação (farta) com a matéria-prima que eles apelam no seu conceito de felicidade? Fazer um assado de carne no forno e deixar-se inebriar pelo aroma é Hygge? O meu refogado de lentilhas com cogumelos, deixa um aroma incrível pela casa e ninguém adivinharia (pelo cheiro) que não tem nada animal. :)
Vamos a ver se me faço perceber, a "nossa" alimentação (mediterrânica) também tem uma base de carnes, já comi muita, eu de quando em vez (ainda) tenho os meus deslizes, felizmente cada vez menos, mas um povo que se diz orgânico e biológico ainda com uma mente tão retrógrada em relação à alimentação, sinceramente por esta não esperava. :( 
Talvez pense assim porque sempre actuei na base do “comer para viver e não viver para o comer”... Aliás eu até estou desconfiada de que não sei comer, como quando tenho fome e mais nada, não sinto prazer, não sinto nostalgia em relação há comida.

 

Já que falamos de alimentação, os dinamarqueses consomem 8.2 kg de açúcar por pessoa ao ano, outro conceito que não esperava ler para ser considerado Hygge, num ano em que o nosso governo implementou uma taxa extra ao açúcar, onde cada vez mais se alerta a população para a sua redução, este povo ainda "ataca" forte e feio neste pequeno "veneno" para ser feliz. Não quero ser dramática, nem demagógica, de vez em quando a "carência" de um doce também atinge o meu cérebro, mas 8.2 kg? E ainda por cima grande parte só de confeitaria em que além dos açúcares, levam farinhas, natas, ovos, etc. 

 

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"A felicidade consiste mais em pequenas convivências ou prazeres que ocorrem todos os dias do que em grandes pedaços de sorte que acontecem raramente." Benjamim Franklin

 

Enfim, tenho pena querida amiga, gostei de algumas partes (em que me identifico e é também o meu conceito de Hygge), mas infelizmente não fiquei fã, nem maravilhada ao ponto de colocar em prática algumas das outras Hygge descritas no livro. Existe uma referência à série The Killing, que em breve quero ver. Em suma, prefiro continuar a ser Feliz há minha maneira, de preferência com o nosso "solzinho" ;)

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publicado às 22:52

A minha selecção para #marçofeminino

por Tânia Tanocas, em 20.02.17

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Enquanto fazia a minha selecção para o desafio, pensei em ir pela minha zona de conforto e escolher escritoras que já conhecia, mas se isto é um desafio, então porque não aproveitar para me desafiar também?

 

Sendo assim, as minhas escolhas literárias vão ser todas de autoras que eu nunca li nada, por isso vai ser um autêntico tiro no escuro, conhecer novas autoras e tirar o máximo prazer deste #marçofemenino... 

 

Em relação aos filmes seleccionados, privilegiei a escolha de filmes mais recentes... 

 

Livros que pretendo ler... 

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Filmes que pretendo ver... 

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P.S.: Aviso já que não sou muito boa a seguir listas (TBR), por isso não se espantem se no fim a minha selecção sofrer pequenas alterações ;) :P

 

E você já fizeram as vossas escolhas? O que acharam das minhas? Existe alguma autora (nova para mim) que vocês gostem? Ou algum filme que já viram?

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publicado às 21:37

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