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A 27 de Janeiro de 1945, as tropas Soviéticas entram no campo de concentração de Auschwitz – Birkenau, um dia que deveria ser de alegria e comemoração, mas que logo há chegada se confirmou ser um dia de horror, ao constatarem as atrocidades que os seus olhos viam naquelas pessoas que tentavam não perder o seu último suspiro de vida.

 

Faz hoje precisamente 72 anos. Parece um passado muito longínquo, mas o que estas pessoas passaram jamais deveriam ter sentido, quanto mais ser esquecido, resta a nós gerações actuais e as futuras, para sempre serem relembradas todas as desumanidades vividas no Holocausto.

 

Assim, a 1 de Dezembro de 2005, numa das Assembleias Geral das Nações Unidas, foi decretado o dia 27 de Janeiro, como Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, para que o mundo e os povos possam homenagear e recordar os mais de onze milhões de pessoas, vítimas das crueldades do regime Nazi.

 

Quando falo, escrevo, leio, penso e reflicto sobre o Holocausto, não me cinjo só aos Judeus (6 a 7 milhões), mas igualmente de outros povos, raças e credos que também sofreram, como foi o caso dos Eslavos e Poloneses (não judeus - 3,5 a 6 milhões), Ciganos (220 mil a 1,5 milhão), Dissidentes políticos e religiosos: 1 a 1,5 milhão, Deficientes físicos e mentais (200 a 800 mil), Testemunhas de Jeová (1,5 a 5 mil), Homossexuais (5 a 25 mil).

 

Este mês, com o projecto #hol72, tenho tentado não esquecer e sentir minimamente a dor (como se isso alguma vez fosse capaz) de todos aqueles que quiseram transcrever para o papel as suas memórias e a realidade vivida naqueles anos, realidade essa que muita gente quer escamotear e até, de uma maneira ou de outra, trazer para a realidade dos nossos dias (talvez não com a mesma dimensão, mas por mínima que seja a intenção, já é o suficiente para nos colocar em alerta).

 

Gostava, que todos nós perdesse-mos uns minutos para pensar e até porque não, explicar aos membros mais novos o que foi o Holocausto, Shoah, Genocídio.

Gostei muito deste artigo do jornal DN, porque não irem lá espreitar e ficarem mais consciencializados com o facto, quer seja para se informarem mais ou para divulgarem.

http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/convidados/interior/recordar-o-holocausto-5631096.html

 

Termino deixando aqui um vídeo de Auschwitz (actualmente), hoje em dia transformado em museu. Muito se perdeu em termos de factos históricos, mas acho que dá para terem uma (mínima) ideia de como era sobreviver nestes campos, com fome, doenças, frio... 

 

Já estou a fazer este post um pouco fora do contexto (de horas), mas não queria deixar de assinalar este dia, pois nunca, jamais, estará fora da minha lembrança e pensamento...

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publicado às 23:56



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