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"As Sufragistas" de Sarah Gavron

por Tânia Tanocas, em 14.03.17

Segundo filme visto para o desafio #marçofeminino

Realizado por Sarah Gavron, roteiro de Abi Morgan, produzido por Faye Ward e com um elenco recheado de actrizes fantásticas, tudo grandes mulheres.

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Opinião:

Baseado em factos reais, por isso quando penso em algumas acções básicas para nós mulheres, tal como direito ao voto, salários (quer sejam eles mais ou menos) equilibrados, poder de escolha, ao ver este filme é que tive bem a noção do que verdadeiramente significa alguns feitos históricos para que a mulher fosse vista como uma parte da sociedade em que poderia também ter uma palavra a dizer.

 

Nunca se chega ao que temos de forma fácil, algumas coisas requerem esforço, luta, dedicação e força de vontade. Então porque não recordar e admirar essas mulheres de coragem e quando abdicamos de coisas que demoraram séculos a conquistar mais ainda.

 

O filme não aborda só a questão de dar o direito ao voto às mulheres, mas retrata muito bem o quanto as mulheres passavam por humilhações, tratadas como animais repugnantes em que não havia direitos, só deveres, submissão e obediência.

 

Estas mulheres, deram a sua vida, muitas foram privaram de liberdade para que pudessem dar às mulheres do futuro uma vida com mais dignidade e puderem contribuir também para um mundo mais livre e igual para o sexo feminino.

 

O mundo masculino sabia e muito bem, que teríamos sempre uma palavra a dizer e que nada, nem ninguém nos conseguia ou consegue demover quando nos juntamos e lutamos por algo em que acreditamos.

Logo quando estreou, ficou na lista de visionamentos e só me arrependo de não o ter visto mais cedo, pois gostei mesmo muito deste filme, escusado será dizer que está recomendadíssimo.

 

Só para termos uma noção da nossa sorte, muitos anos já se passaram e em muitos países do Mundo ainda não existe direito de voto para as mulheres, somo mesmo umas sortudas.

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Da esquerda pra direita em pé: Sarah Gavron (diretora), Helen Pankhurst (bisneta da verdadeira Emmeline Pankhurst), Laura Pankhurst (tataraneta da verdadeira Emmeline Pankhurst), Alison Owen (produtora). Da esquerda pra direita sentadas: Abi Morgan (roteirista), Anne-Marie Duff (atriz), Meryl Streep (atriz), Carey Mulligan (atriz), Helena Bonham Carter (atriz), Faye Ward (produtora).

(Imagem e descrição retiradas daqui)

 

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publicado às 03:06

"The Innocents" de Anne Fontaine

por Tânia Tanocas, em 03.03.17

Primeiro filme visto para o projecto #marçofeminino

Galardoado com o prémio do público da 17ª Festa do Cinema Francês (2016).

1 (8).jpgNOTA: Não foi à toa que ocultei algumas palavras da sinopse, porque acho que tem mais impacto o momento em que descobrimos o que se passa dentro do convento. Eu se não tivesse visto a sinopse teria sentido o desenrolar do filme de forma diferente, por isso se conseguirem não vejam nada acerca do filme, simplesmente assistem...

 

Opinião:

Este filme é baseado em factos reais, Mathilde Beaulieu, foi uma médica que trabalhou num posto francês da Cruz Vermelha na Polónia no final da Segunda Guerra Mundial, o seu diário de bordo, que deu origem ao argumento do filme, chegou às mãos da realizadora através de um sobrinho da médica.

Infelizmente, mesmo já no pós II GM, muitos foram aqueles, que de uma maneira ou de outra sucumbiram às fissuras deixadas pela guerra e esta é uma das tantas história vividas por inocentes e vulneráveis às mãos dos soldados russos.

 

“Um soldado que atravessou milhares de quilómetros entre fogo e sangue tem direito a divertir-se com uma mulher e a roubar umas ninharias” terá dito Estaline, quando fora alertado para o facto de os seus soldados estarem a abusar das mulheres por onde passavam.

 

Polónia, Inverno de 1945, logo após o fim da II GM. Uma jovem médica da Cruz Vermelha Francesa, Mathilde Beaulieu é levada por uma das noviças a um convento, onde uma jovem está a necessitar de ajuda médica, mas o acto da noviça não é bem visto pela madre superior, que não perde tempo em repreender a sua atitude. 
A partir daqui estaremos em constante estado de ansiedade, com o que será as escolhas da madre e a reacção das próprias freiras, um filme muito psicológico, onde a raiva, razão e a fé irão estar constantemente lado a lado, mas a maior parte do tempo em persistente braço de ferro. Em todo o filme, temos bem presente a guerra, morte, vida, religião e senso comum.

 

Quantas vezes nos perguntamos, se Deus existe, porque permite tamanha crueldade? Aqui ainda mais essa questão é motivo de análise, pois nada escapa às mãos de qualquer predador em relação à sua presa, nem mesmo as suas filhas mais devotas, aquelas que se agarram à fé na busca de uma solução ou resposta e não conseguem ver mais nada para além dessa devoção, quando a congregação está em risco, não é apenas na fé que se tem de arranjar soluções, mas também na realização de acções práticas para camuflar um desaire ainda maior.

É um filme angustiante, tanto para quem é religioso, como também para quem é ateu e não entende algumas posições da religião, mas acima de tudo é um óptimo sinal de esperança e dignidade no meio da monstruosidade humana.

 

Não sou mãe, mas acredito que este filme toque de maneira diferente aquelas mulheres que sentem ou já sentiram o apelo da maternidade, por isso este filme tem a sensibilidade que só uma mulher / mãe poderiam ter para o realizar.
Gostei muito e mais uma vez um filme Europeu a dar cartas no mundo do cinema, pena é que a máquina do Marketing não tenha chegado até ele.

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Anne-Fontaine

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Anne-Fontaine Sibertin-Blanc nasceu em 1959 no Luxemburgo, vive actualmente em França, passou parte da sua infância e adolescência em Lisboa, onde teve bastante contacto com a religião católica, apesar de não acreditar em Deus. Bailarina de profissão, o cinema entrou na sua vida nos anos 80 enquanto actriz, passando depois por ser realizadora e argumentista, o seu mais recente trabalho enquanto realizadora é Agnus Dei /As Inocentes, com o argumento, também ele no Femenino, de Sabrina B. Karine e Alice Vial.

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publicado às 23:42

Por breves momentos, fiquei desiludida com a escolha do melhor filme, mas felizmente tudo não passou de um "belo" lapso. 

Deixo aqui (para mais tarde recordar) todos os vencedores, vencidos e os meus favoritos. 

 

MELHOR FILME

Moonlight, Barry Jenkins (Vencedor)

Vedações, Denzel Washington (Favorito, mas fiquei contente com o vencedor)

 

MELHOR REALIZAÇÃO

Damien Chazelle, La La Land - Melodia de Amor (Vencedor)

Mel Gibson, O Herói de Hacksaw Ridge (Favorito)

 

MELHOR ACTOR

Casey Affleck, Manchester by the Sea (Vencedor)

Denzel Washington, Vedações (Favorito, mas fiquei contente com o vencedor)

 

MELHOR ACTRIZ

Emma Stone, La La Land - Melodia de Amor (Vencedora)

Isabelle Huppert, Ela (Favorita)

 

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO

Mahershala Ali, Moonlight (Vencedor)

Jeff Bridges, Hell or High Water - Custe o Que Custar! (Favorito)

Michael Shannon, Animais Noturnos (Favorito)

 

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA

Viola Davis, Vedações (Vencedora e Favorita)

 

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

Zootrópolis (Vencedor e Favorito)

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

O Vendedor, Irão (Vencedor)

Toni Erdmann, Alemanha (Favorito)

Under sandet, Dinamarca (Favorito)

 

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL

Manchester by the Sea (Vencedor)

Hell or High Water - Custe o Que Custar! (Favorito)

 

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO

Moonlight (Vencedor)

Vedações (Favorito)

 

MELHOR BANDA SONORA

La La Land - Melodia de Amor, Justin Hurwitz (Vencedor)

Moonlight, Nicholas Britell (Favorito)

 

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

La La Land - Melodia de Amor"City of Stars"

 

MELHOR DOCUMENTÁRIO (LONGA-METRAGEM

O.J.: Made in America, Ezra Edelman (Vencedor)

13th, Ava DuVernay (Favorito)

 

MELHOR FOTOGRAFIA

La La Land - Melodia de AmorLinus Sandgren (Vencedor)

 

MELHOR CARACTERIZAÇÃO

Esquadrão Suicida (Vencedor)

 

MELHOR GUARDA-ROUPA

Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los (Vencedor)

 

MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA

La La Land - Melodia de Amor (Vencedor)

 

MELHOR MONTAGEM

O Herói de Hacksaw Ridge (Vencedor)

 

MELHORES EFEITOS VISUAIS

O Livro da Selva (Vencedor)

 

MELHORES EFEITOS SONOROS

O Primeiro Encontro (Vencedor)

 

MELHOR MISTURA DE SOM

O Herói de Hacksaw Ridge (Vencedor)

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

Piper Alan Barillaro (Vencedor e Favorito)

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DE IMAGEM REAL

Mindenki Kristof Deák e Anna Udvardy (Vencedor)

 

MELHOR DOCUMENTÁRIO (CURTA-METRAGEM)

The White Helmets, Orlando von Einsiedel (Vencedor e Favorito)

 

E vocês, ficaram satisfeitos com esta 89.ª cerimônia de entrega dos Academy Awards? 

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publicado às 06:24

Óscares 2017... Parte II

por Tânia Tanocas, em 26.02.17

Óscares 2017... Parte I

Óscares 2017... Parte II

 

Melhor Filme

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8 nomeações: Melhores Efeitos Sonoros / Melhor Mistura de Som / Melhor Filme / Melhor Realização / Melhor Argumento Adaptado / Melhor Direcção Artística / Melhor Fotografia / Melhor Montagem

Opinião:

Não estava à espera de gostar tanto do roteiro deste filme como gostei, sem dúvida que a comunicação, quer seja oral, escrita ou gestual, sempre foi e será um meio linguístico que se não for compreendido pode fazer com que os povos desencadeiam lutas e guerras por falta de entendimento entre eles. 
E neste universo ancestral, eu acredito que somos uma espécie que ainda tem muito que aprender e quem sabe ensinar. 
Há pessoas que quando vê um filme, a primeira coisa que salta há vista é se tem uma boa fotografia, luz, como é o guarda-roupa, a mim é a banda sonora, desde o primeiro momento que começa o filme coloco em funcionamento a minha audição e sem querer acabo por de alguma maneira relacionar a música com o filme, e este filme estava a correr tão bem, até ao momento em que começo a ouvir "The Swimmer” de Max Richter, um tema integrado no filme "Disconnect" de Henry Alex Rubin, lançado em 2012, e que adorei tanto que, acreditam ou não, depois já não consegui estar tão concentrada no desenrolar deste filme e tudo o que senti até aí, foi por água abaixo, só me conseguia lembrar das imagens referentes ao outro filme. Imaginem haver um ataque de extraterrestres e colocarem a música do filme "o tubarão" de Steve Spielberg! Ficava bem esquisito, não acham? Pois foi isso mesmo o que se passou comigo, fiquei tão irritada. 

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6 nomeações: Melhor Realização / Melhor Filme / Melhor Ator / Melhor Atriz Secundária / Melhor Argumento Original / Melhor Ator Secundário

Opinião:

Confesso que depois da desilusão de Moonlight esta foi a segunda desilusão destes óscares. 
Um tio que a determinado momento na sua vida tem um desaire que o vai mudar para sempre, tornando-o uma pessoa seca e amargurada consigo próprio e com os outros. Um sobrinho que perde o pai e se revolta com tudo e todos. Ambos com os seus sentimentos vão ser postos à prova e mesmo que não queiram vão ter de se ajudar mutuamente para conseguir recuperar (ambos) o sentido da vida. 
Pois bem, era assim que eu imaginava o desenrolar deste filme, por isso esqueçam tudo o que escrevi antes, pois não é nada disto. 
Gostei da prestação de Casey Affleck , mas (só) a postura fria, sem alma e impactante não me conseguiu convencer o suficiente para adorar este filme.

Um filme longo (2h) e pela primeira vez (recentemente) senti-me entediada enquanto assistia.

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6 nomeações: Melhor Mistura de Som / Melhor Filme / Melhores Efeitos Sonoros / Melhor Realização / Melhor Actor / Melhor Montagem

Opinião:

Já referi que adoro filmes que refiram a II Guerra Mundial e quando a isso junta-se o facto de ser inspirado em factos reais ainda melhor, não é à toa que o meu filme de guerra favorito é o "resgate do soldado Ryan" e este ficou também no mesmo patamar. 

Uma excelente produção, para contar a história de um homem que acredita (contra tudo e contra todos) nas suas convicções, fazer parte de uma guerra, mas sem utilizar nenhuma arma para se defender.
O mundo seria um local bem melhor se todos aqueles que empunham armas (quer sejam em guerras ou no dia a dia) tivessem uma consciência mais apurada.

 

Melhor Ator Secundário

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1 nomeação: Melhor Actor Secundário

Opinião:

Como é que o filme "O primeiro encontro" está nomeado para melhor filme e este filme só conta com a nomeação de actor secundário? Enfim, são estas escolhas que não consigo entender.

Adorei este filme, uma reflexão das escolhas que fazemos nas nossas vidas, a importância que damos a determinadas coisas em proveito de outras. Susan Morrow, vai descobrir o valor das suas escolhas, através de um livro escrito pelo ex marido.  

 

Melhor Filme Estrangeiro

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1 nomeação: Melhor Filme Estrangeiro

Opinião:

A vida deste casal altera subitamente, quando são obrigados a mudam de residência. 
A acção passasse em Teerão, um país devastado pela guerra que aos poucos tenta renascer. É sempre interessante ver os costumes e ideais dos outros países, principalmente os do Médio Oriente, e aqui não é excepção, basicamente uma cultura em que a mulher é constantemente renegada para segundo plano, é interessante ver que alguma da nova geração já vai tendo uma mente mais aberta, mas ainda têm muito trabalho pela frente.

Apesar de ter gostado desta produção, "A Separação", continua a ser o meu filme favorito do realizador Asghar Farhadi.

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1 nomeação: Melhor Filme Estrangeiro

Opinião:

Este filme ficou no mesmo patamar que "Toni Erdmann", duas obras difíceis de escolher para levar o Óscar, espero que seja um destes dois o escolhido. 

Apesar de adorar todo o filme que aborde o tema II guerra mundial, esta foi uma escolha de última hora, não era para o ver, porque achei que era um filme para "limpar" a imagem dos alemães no final da II GM. 
Apesar de não ser adepta de vinganças, confesso que fico um pouco intransigente quando o catalisador tem por base o holocausto. 
Este filme conseguiu transmitir aquilo que eu faria se tivesse no lugar deste coronel, as feridas ainda estavam muito à flor da pele e só se pensava em vingança, mas acredito que por mais que se queira ser igual, existe sempre um pingo de decência que virá ao de cima e nos faça pensar de maneira diferente. 
O filme acaba por ser uma lição de vida para quem procura a vingança, sem descurar o ódio, raiva, compaixão. O filme transmite um realismo tão duro que ficou gravado na minha memória.

 

Melhor Animação

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2 nomeações: Melhores Efeitos Visuais / Melhor Filme de Animação

Opinião:

 

Sendo este filme uma animação, não pude deixar de pensar em como é que ficariam algumas crianças depois de o ver, será que só eu em criança é que ficaria com pesadelos ao ver algumas cenas? 
Kubo, um rapazinho de tenra idade, só com um olho vai ter de enfrentar duas tias bruxas e um avô possuído por um demónio que lhe roubou a alma. 
Adoro animações, acho que assim continuo a alimentar a criança que à dentro de mim, e quando assisto a este tipo de filmes, gosto de perceber qual será a mensagem recebida pelas nossas crianças. Por isso é que para mim, foi um filme interessante, mas muito fantasioso para uma animação em que as lições a retirar vão muito além daquilo em que a nossa cultura acredita ou realiza.

 

Melhor Documentário (Longa Metragem)

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1 nomeação: Melhor Documentário (Longa-Metragem)

Opinião:

"Quando questionam como o povo negro aguentou a escravatura durante séculos, respondo, da mesma maneira que continua a ser escravizada hoje em dia e ninguém faz nada". 
Este documentário reporta a relação se superioridade que sempre existiu e irá existir entre brancos e pretos.
Muito bom para quem quiser conhecer um pouco da história dos EUA e de como a raça negra ainda continua a ser escravizada em função da lei e ordem.

 

Melhor Documentário (Curta-Metragem)

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1 nomeação: Melhor Documentário (Curta-Metragem)

Opinião:

Após 5 anos de guerra, mais de 400 mil sírios foram mortos e milhões deixaram o seu lar. 
Em áreas não controladas pelo regime aqueles que permanecem dependem de um grupo de voluntários dedicados a salvar todos os necessitados: Os Capacetes Brancos. 
Khalid Farah - pedreiro, Abu Omar - ferreiro, Muhammed Farah - alfaiate 
São estes os nomes dos nossos guias neste documentário, são estes homens que vão explicar como integraram esta equipa e porque não partem como tantos outros, sujeitando perder a sua vida, para ajudar o próximo. 
"Sem esperança, de que vale a Vida?"
Para estes sírios, não é fácil compreender, porque é que têm de lidar com dois males a medir forças ao mesmo tempo, o da terra que é o estado islâmico e o do ar que são os bombardeiros russos, que na ânsia de combater o mal terrestre dizimam tudo à sua volta, incluindo pessoas inocentes. 
"Salvar uma vida é salvar toda a humanidade", é este o lema desta corporação humanitária. 
Desde 2013, mais de 130 capacetes brancos foram mortos. Durante o mesmo período eles salvaram mais de 58 mil vidas. 
O documentário é curto, mas o suficiente para se ter uma ideia do que estas pessoas passam todos os dias, enquanto estamos no conforto das nossas vidas, muitas das vezes a fazer lamentações e brigas completamente sem sentido.

 

Já não vou a tempo de "opinar" antes dos óscares, mas ganhando ou não, tenho intenção de ver:

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Aguentem os corações, já falta pouco para saber quem são os vencedores e vencidos  ^_^

 

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publicado às 23:56

A minha selecção para #marçofeminino

por Tânia Tanocas, em 20.02.17

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Enquanto fazia a minha selecção para o desafio, pensei em ir pela minha zona de conforto e escolher escritoras que já conhecia, mas se isto é um desafio, então porque não aproveitar para me desafiar também?

 

Sendo assim, as minhas escolhas literárias vão ser todas de autoras que eu nunca li nada, por isso vai ser um autêntico tiro no escuro, conhecer novas autoras e tirar o máximo prazer deste #marçofemenino... 

 

Em relação aos filmes seleccionados, privilegiei a escolha de filmes mais recentes... 

 

Livros que pretendo ler... 

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Filmes que pretendo ver... 

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P.S.: Aviso já que não sou muito boa a seguir listas (TBR), por isso não se espantem se no fim a minha selecção sofrer pequenas alterações ;) :P

 

E você já fizeram as vossas escolhas? O que acharam das minhas? Existe alguma autora (nova para mim) que vocês gostem? Ou algum filme que já viram?

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publicado às 21:37


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